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Fernando de Noronha


Fernando de Noronha

Conhecida como a Esmeralda do Atlântico, Fernando de Noronha se apresenta como uma verdadeira jóia em uma imensidão verde e azul que encanta que a vê de cima e quem experimenta suas claras águas.


Ser chamada de Esmeralda não é nenhum exagero!


Em seu mar, uma vida intensa de seres especiais, de pedras escuras, pintadas pela Mãe Natureza de cores e almofadadas da beleza dos corais.


Um mar imenso com golfinhos, peixes, tartarugas, polvos, arraias.


De plantas que bailam ao som das águas.


São cavernas de origem vulcânica e os naufrágios que formam um planeta à parte submarino.


As aves de Fernando de Noronha são um espetáculo à parte!


Fernando de Noronha

Elas são contadas na literatura e na história desde 1503. Ainda com o navegador Américo Vespúcio que aportou no arquipélago, após o naufrágio nas proximidades da ilha, e que se encantou com as “aves mansas que vinham comer às mãos” e que levou consigo “um batel delas”.


Por essas maravilhas que encantam os olhos de quem a vê é que Fernando de Noronha foi escolhida, pelos brasileiros, como a representante do país no concurso Sete Maravilhas Naturais do Mundo. Uma seleção promovida pela fundação suíça New 7 Wonders, que escolhe as formações da natureza mais populares do planeta.


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História


Acredita-se que foi econtrada por Gaspar de Lemos em 1500 ou por uma expedição da qual Duarte Leite equivocadamente atribuiu o comando a Fernão de Noronha, em 1501–1502.O primeiro a descrevê-la foi Américo Vespúcio, que tomou parte na expedição de Gonçalo Coelho.


O nome do arquipélago advém do nome do primeiro proprietário da capitania hereditária, após doação de D. Manuel I em 16 de fevereiro de 1504 a Fernão de Noronha.


Fernando de Noronha

O arquipélago foi invadido em 1534 por ingleses, de 1556 até 1612 por franceses, e em 1628 e 1635 pelos holandeses, voltando ao controle português em 1700, para ser novamente conquistada pelos franceses em 1736 e definitivamente ocupada pelos portugueses em 1737.


Porém houve um período que esse paraíso ecológico não era bem um paraíso, mas local de detenção de condenados enviados a cumprir pena no presídio ali existente, que funcionou de 1737 a 1942. No período de 1938 em diante apenas para presos políticos do Estado Novo.


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Igrejas


Fernando de Noronha

A fé católica em Fernando de Noronha foi difícil de ser desenvolvida.


A história revela que a 1ª Missa foi celebrada pelo frade capuchinho francês, Frei Claude D’Abeville, companheiro do conquistador do Maranhão, Daniel da la Touche, e que, parando na ilha em 1612, para descanso, improvisou uma paliçada e oficiou uma celebração.


Igreja de N.Sª. dos Remédios


Construída entre 1737 e 1772. Foi essa devoção que inspirou o nome do principal forte construído e de toda a vila. E a Virgem dos Remédios foi tomada como padroeira do presídio desde 1768.


No ano de 1789 o templo foi ligado à Paróquia de São Frei Pedro Gonçalves (Igreja da Madre de Deus), no Recife, como extensão da mesma. Não era comum a vinda de padres a ilha.Nunca foi criada uma “Paróquia” na Ilha de Fernando de Noronha.


Padres-capelães eram indicados a cada ano, no dia da ordenação de padres da Diocese de Olinda, e sorteados, atuariam na ilha.


Religiosos (padres e freiras) assistiam espontaneamente a comunidade de presos e da gente livre, de tempos em tempos, como os Jesuítas (no final do século XIX), os Carmelitas e Franciscanos (na 1ª metade do século XX) e as Irmãs Paulinas (a partir de 1988). Hoje existe um Arcebispo Emérito Salesiano que conduz os destinos católicos da ilha.


No período da Ditadura Militar no Brasil (1964-1985) a Arcebispo de Olinda e Recife Dom Helder Câmara ficou impedido de visitar a ilha. Apenas em 1988 é que o Dom da Paz pode visitar a ilha e inaugurou a restauração da Igreja dos Remédios. Em 1989, ocorria a primeira visita pastoral de Dom José Cardoso Sobrinho, atual Arcebispo dessa Arquidiocese.


Capela da Quixaba


Na antiga Vila da Quixaba, dedicada a N.Sª da Conceição e, com o desaparecimento da imagem original e a aquisição de uma outra, de N.Sª das Graças, definiu as duas denominações que a capela já recebeu.De acordo com a coordenadora do programa de resgate documental da ilha, Marieta Borges, a primeira denominação da capela era Nossa Senhora da Conceição da Quixaba, mas, na década de 30, a imagem da santa desapareceu do altar. “Dez anos depois, alguém colocou a imagem de Nossa Senhora das Graças e alterou o nome da capela. Por isso, vamos respeitar a história e dedicar o templo às duas”, disse.


De arquitetura popular, o prédio data do século 18 e já foi reconstruído três vezes. A última reforma da capela havia acontecido há oito anos.


Capela de São Pedro dos Pescadores


Encontra-se no alto, próxima ao Porto de Sto. Antônio, e só abre por ocasião da festa de São Pedro, com Missa campal, seguida de procissão marítima (Buscada Marítima)


Como diz a historiadora Marieta Borges: “De longe, ela parece uma figura encantada de presépio: pequenita, singela, isolada - lá no alto -, como um pequeno farol de fé, cheio de beleza...De perto, a minúscula capela se entrega fácil: sem ornamentos, sem riquezas, ainda sem seu sino para espalhar badaladas pelo ar, apenas com um frágil e pobre cruzeiro, indicando-lhe a dedicação sagrada.”


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Praias


Mas são as praias o que mais encanta os visitantes. Assim, vamos mergulhar ou apenas contemplar esse espetáculo promovido por Netuno!


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Praia do Boldró


É caracterizada por uma formação rochosa que fica exposta durante a baixamar. Com um fundo predominantemente rochoso na porção Oeste da praia e um fundo arenoso na porção Leste, essa praia atrai grande número de surfistas, além disso também é apresenta bons pontos de mergulho livre.Esta extensa praia de fácil acesso.Já foi alojamento de soldados durante a Segunda Guerra Mundial - e também local onde acontece todas as noites as palestras do IBAMA. Vizinha ao ponto mais alto de Noronha - o Morro do Pico - que os soldados americanos chamavam de Bold Rock, daí veio o nome "abrasileirado" - BoldRó.


Praia da Cacimba do Padre


É uma das mais famosas praias da ilha. Sua bela paisagem acolhe ondas que encantam os apreciadores do surf. Em algumas época do ano acontece campeonatos de surf, que reúne nomes famosos desse esporte radical! De acordo com os nativos, o nome da praia vem da estória de um capelão da colônia penal que funcionava na ilha, ter encontrado uma milagrosa fonte de água potável, e que infelizmente já secou.


Ponto da Sapata


Nessa região não são permitidos banhos. Aqui encontramos vegetação nativa da ilha. Além de ser uma área íngreme é também inabitada. É lugar preferido de mergulhadores.


Praia do Americano


Está localizada entre dois montes de pedra e sua área é pequena e reservada. É a preferida pelos naturalistas.


Praia do Leão


Do outro lado da ilha, o lado que é voltado ao continente africano, fica esta praia, um dos mais importantes pontos de desova das tartarugas marinhas.


É natureza dizendo a que veio e como deve ser preservada!


Ponta das Caracas


Aqui podemos assistir um fenômeno interessante. As ondas se movimentam em direções contrárias e se chocam sobre uma rocha, tornando um espetáculo visual único!


Praia do Atalaia


Fica do lado voltado para a África. É um excelente lugar para mergulho.


Forma-se aí, na maré baixa, uma belíssima piscina natural, com cerca de 1,5 m de profundidade.


Ocorre uma grande variedade de fauna marinha. Ficam aprisionados lá tartarugas marinhas e uma inúmera quantidade de peixes coloridos, além de ser lar de uma grande quantidade de moréias. Ocorre inclusive pequenos cações.


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Baía dos Porcos


É de uma beleza que dificulta sua descrição. Só indo lá! São contrastes de rochas escuras de origem vulcânica com o verde-esmeralda das água transparentes. É mesmo inenarrável!


Baía do Sancho


É de tirar o fôlego! Vista do alto de um grande paredão de rocha que a cerca, é de se exclamar: - Deus existe!


Para lá chegar existem duas maneiras: indo de barco e assim fazer mergulho livre e a outra forma de lá chegar é descendo pelas escadas.


A primeira é indo de barco, e que possibilita o mergulho livre. A segunda, é descendo por escadas de ferro, através de fendas no imenso paredão, até se atingir um patamar mais baixo. Neste ponto, chega-se a um desmoronamento, que é concluído apoiando-se em cabos de aço que serve como corrimão até o fim da descida. Por ser de difícil acesso é um local pouco freqüentado.


Baía dos Golfinhos


Fernando de Noronha

Lá se encontram oceanógrafos e esse é um ponto de observação dos golfinhos, que logo cedo chegam aqui para descansar e procriar. Não se pode descer até a baia por cuidados ambientais, mas pode-se observar através do mirante. Melhor horário para o espetáculo é logo cedinho, pela manhã. Além dos golfinhos, esse local acolhe vários ninhos de pássaros. Aqui se aprende a valorizar a natureza!


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Fernando de Noronha e seus naufrágios


Além das belezas naturais, Fernando de Noronha ainda possui a mais antiga embarcação do Brasil. Trata-se da nau Gonçalo Coelho, que data de 1503. Essa embarcação pertencia a frota que acompanhava Américo Vespúcio.


Além deste, ainda encontram-se submersos os naufrágios: corveta V17 Ipiranga(62m); Navio do Leão(8m); O Navio do Porto.


Para maiores detalhes, convidamos você a mergulhar!


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